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Região preparada para a vindima

Postado dia 02/12/2019

Região preparada para a vindima

Abertura da colheita, que antecede o período da Serra Gaúcha, será no dia 7 de dezembro

Com início antecipado em relação à Serra Gaúcha, a região do Médio Alto Uruguai se prepara para a sua vindima. A abertura oficial da colheita da uva ocorre no dia 7 de dezembro, na propriedade da família Litcoski, Linha Alta, em Ametista do Sul. O evento é organizado pela Emater/RS-Ascar, Coperametista, prefeitura – por meio da Secretaria de Agricultura –, comunidade de Linha Alta e Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR).

A relevância econômica da atividade para a região aumenta cada vez mais. De acordo com dados da Regional da Emater, são 709 produtores que se dedicam ao cultivo na área de abrangência, totalizando 1.126 hectares. Entre os municípios com maior expressividade estão Alpestre, com 210 produtores e 260 hectares; Planalto, com 218 produtores e 358 hectares; Ametista do Sul, com 50 produtores e 158 hectares; Sarandi com 50 produtores e 105 hectares e Frederico Westphalen com 11 produtores e 24 hectares.

A expectativa para a safra na região é bastante positiva, em virtude do cuidado dos produtores para com os pomares. “O que chama atenção até o momento é a qualidade e a sanidade dos pomares. Em geral teremos uma safra dentro das médias de produção, girando em torno de 12 a 15 toneladas por hectare. Há situações que apresentam produtividade superior a 20 toneladas por hectare”, revela o gerente regional da Emater, Luciano Schwerz. Em 2019 foram implantados e ou renovados 16,3 hectares, em 53 propriedades do Regional da Emater de FW.

Apesar disso, houve problemas em Alpestre, onde produtores tiveram dificuldades na brotação, e precisaram encaminhar pedidos de amparo pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Mesmo assim, a uva Vênus, da variedade precoce, já foi colhida entre 80% e 90%. O valor de venda está entre R$ 3,50 e R$ 4 o quilo.

Ametista do Sul

Para Ametista do Sul, a uva é uma das atividades agrícolas de maior destaque, envolvendo 50 famílias e mais de 150 hectares. As principais variedades cultivadas são Niágara Rosa, Niágara Branca, Bordô, Violeta, Isabel Precoce, Cabernet Souvignon e Moscato. “A maior parte da produção é destinada para a venda in natura, especialmente, Niágara Rosa e Niágara Branca, tendo como destino, toda a região sul do país”, explicam a extensionista rural social, Tatiane dos Santos e a extensionista rural agropecuária, Joaceani Dal Cero.

Segundo informações do Escritório Municipal da Emater, a expectativa é de que a produção média por hectare nesta safra fique em 15 toneladas. A colheita se estende entre os meses de dezembro e fevereiro.

Abertura

No evento do dia 7 de dezembro devem participar agricultores familiares, viticultores da região, técnicos e lideranças. A programação inicia às 9h, com credenciamento; 9h30, manejo fitossanitário da videira, com o pesquisador Dr. Lucas da Ressureição Garrido, da Embrapa Uva e Vinho; 11h, abertura oficial da colheita da uva na propriedade da família Litkoski; 13h, almoço, no pavilhão da comunidade, ao custo de R$ 15 por pessoa.

 

 

 

Com informações de Márcia Sarmento/ Folha

Martinho
Francisco.

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